
Le cru et le suit: em retalhos. Com o mesmo cérebro que vocês pensam.
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A vida com que estamos à volta é, de uma janela ou de uma porta, a casa de tudo o que acontece, embora muitas vezes não saibamos o que seja ou fique evidente na cozinha o que acreditávamos ter ocorrido assim ou assado, na verdade se deu (muitas vezes) muito cru.
Ela > é mostrada como paisagem, a porção doméstica ,que tem de estar lá como espera, mas na qual ninguém presta atenção.Ela > o amor tão próximo, na qual a história não presta a devida atenção.Ela > a ternura de que ninguém se ocupa.
Essa mão pequena examina por dentro o homem.Ela o toca suavemente, talvez na verdade não mais clara...E sente a diferença.
O que pode pensar, afinal, de alguém que não se conhece? Seus olhos não traem nada.
Andar e andar: o desenraizamento do pensamento.Inventar distâncias (que é também forma de encontro).Tropeçar em enigmas. Atravessar perguntas. Bater em portas erradas. Abrir janelas sem respostas.
Essa mão pequena examina por dentro o homem.Ela o toca suavemente, talvez na verdade não mais clara...E sente a diferença.
O que pode pensar, afinal, de alguém que não se conhece? Seus olhos não traem nada.
Andar e andar: o desenraizamento do pensamento.Inventar distâncias (que é também forma de encontro).Tropeçar em enigmas. Atravessar perguntas. Bater em portas erradas. Abrir janelas sem respostas. Eles se sentem em casa aqui na rua...Não sabemos para onde vão.Pessoas não tem radar.
(Objetivo cego? Desaparecimento? Mapas encantados?)
Nuvens reais:nenhuma inventada:que não se deixam capturar por ninguém.
"O passado não tem átomos", (dissera Arno), e todo monumento é uma falsificação, e todo nome em tal monumento não lembra uma pessoa, mas a ausência dela."
Aqui o que divide não é a água (o que seria o óbvio líquido) , mas as notícias dos jornais, quando a história política é contada (com raiva) com todas as tintas. Podemos sentir o cheiro dessas tintas fisicamente.
Nuvens reais:nenhuma inventada:que não se deixam capturar por ninguém.( Tem gente que mora, literalmente, nas nuvens.
Isso torna o céu arrogante.
Algum dia, quem sabe, podemos estar debaixo dos pés de outros.)
"O passado não tem átomos", (dissera Arno), e todo monumento é uma falsificação, e todo nome em tal monumento não lembra uma pessoa, mas a ausência dela."
Aqui o que divide não é a água (o que seria o óbvio líquido) , mas as notícias dos jornais, quando a história política é contada (com raiva) com todas as tintas. Podemos sentir o cheiro dessas tintas fisicamente..
Ah, esse muro de papel...
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Boa semana, leitores.
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(RF)
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