Foto:Pedro Nosso exclamação de carne teu corpo escreve os ossos dobrados de interrogações sob a pele estendida em reticências como barco quebrando-se em letras nas linhas da praia . Depois nem o mar existiu... E o vento apagou as tuas palavras . (RF) . ***
2 comentários:
Maravilhoso! Mulheres como interjeições, barcos e rastros. Poucos com olhos de poeta as conseguem decifrar, ao surgir e ao desaparecer.
Sua poesia descobre os mistérios da mulher.
Adoro o que você escreve. Tanto aqui, como no jornal.
Cecília Barata
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