
Amor livre, fiel ao momento, mas desligado de qualquer promessa ou compromisso social de longa duração, tais como formação de família ou criação de filhos.
Usado como tem sido, o amor apenas serve para manter o que existe e inclusive - paradoxalmente - para manter as diferenças e lutas de classe, os regimes políticos e militares de opressão, as revoluções e as guerras.
Também na vida dos indivíduos o amor tem servido mais à coação do que à expansão, muito mais a prender e fixar do que a transformar.
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*José Ângelo Gaiarsa
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Um comentário:
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