domingo, 13 de abril de 2008



Deixa-me

fluir,

passar,

cantar...

Toda a tristeza dos rios

é não poderem parar !

*Mário Quintana

2 comentários:

renato disse...

Somos todos de uma só estirpe, porém, estamos ou não estamos alinhados ao mesmo pensamento.
Somos muitos, é certo; nossas intenções, únicas e na mesma direção: setas num só alvo. Trancas da mesma porta, sempre encostadas na vertical e esperando alguém para ser convidado a entrar.
Nossas conversas são de paz e sabedoria...
Poetas somos, não podemos renegar esse legado em circunstância alguma. Nossos ledores se depararão às íntimas palavras nossas, até em troncos de árvores tombadas ao chão, assim nos farão setas em alvos distintos e trancas cerrando portas e corações no mundo à fora.

(Renato Gusmão)

Marco André disse...

Todo Rio que pára, carrega a tristeza por não saber chorar mais à correnteza da alegria.