sábado, 11 de outubro de 2008

O deserto

O medo
é quando o destino encolhe
saudades se recolhem
e somem de repente
não deixando rastros...

(RF)

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Um comentário:

Carmen Palheta disse...

Caríssimo poeta...

Belo poema.Somos o próprio deserto travestidos em nós tão apertados muitas vezes, que por breves momentos, achamos que somos livres completamente.

Feliz Círio!
CP